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Violetas na Janela sucesso na Ilha

A peça Violetas na Janela já tem sucesso garantido na Ilha a 3 anos consecutivos, e pela quarta vez no Colégio Lemos Cunha.

Sua história narra o desencarne de Patrícia, uma jovem de 19 anos que ao chegar ao mundo espiritual, e se depara com um novo modo de vida, e adquire conhecimentos sobre a vida espiritual na colônia, de maneira simples e agradável.

Violetas na Janela, mostra com simplicidade as experiências de Patrícia, uma garota que desencarnou aos dezenove anos e acordou em uma Colônia onde a vida continua. Fala de suas descobertas, dúvidas, necessidades, da busca pelo auto-conhecimento, auto-aprimoramento, seus receios, seus afetos, seus amores...

Uma Colônia onde há hospitais, escolas, teatros, meios de transporte, bibliotecas, onde a tecnologia avançada convive em harmonia com a natureza, os homens, os animais...

Um lugar onde é respeitado o livre arbítrio e a justiça reinante é a do amor. Mas no nosso universo infinito, também existem outros lugares mais e menos felizes. Para qual deles nós iremos após a morte, só depende de nós mesmos, do que e de como estamos fazendo aqui e agora.

Os cenários da peça tem sido muito elogiados, por dar leveza ao tema, e que com poucos elementos cênicos, marcam com precisão as mudanças de quadros, ainda mais levando em conta que tudo o que está em cena é reposicionado pelos próprios atores, reduzindo custos e dando um clima informal e intimista ao espetáculo, apesar dos mais de 20 atores em cena. Cenário este serve de pano de fundo ao clima jovial com que a peça é representada. Na experiência pessoal da cenógrafa, a própria montagem do espetáculo foi impregnada por uma força maior.

Quanto a parte técnica da montagem do espetáculo, muitos dos profissionais reduziram ou abriram mão de seus caches de forma a tornar viável a produção deste projeto. Mas podemos dizer, que com toda a certeza, estes sem dúvida receberam graças muito maiores do que qualquer pagamento seria capaz de proporcionar.

Portanto todos estamos gratificados de participar de uma peça que, além de termos a certeza de proporcionar um bom espetáculo, tem dado conforto a muitos que perderam entes queridos que por vezes desabam a chorar em cena aberta, sendo confortados pela própria platéia em uma fraternidade poucas vezes imaginada nos dias de hoje, ainda mais em grandes centros urbanos como é o caso do Rio de Janeiro.

Ping - Pong

Ilha.com.br- Como foi a entrada de vocês na peça?

Ana Beatriz – Bem, o projeto começou com um pessoal do grupo espírita que queria levantar fundos pra fazer uma sede. Aí surgiu a idéia de fazer uma peça de teatro com Violetas na janela que é um livro conhecido, todo mundo gosta., e começamos a formar o grupo. Tinha o personagem da Patrícia, eu já fazia teatro a muito tempo e fomos juntando gente conhecida, amigos, pessoas que trabalhavam antes com meus pais. Daí surgiu o elenco e peguei logo a Patrícia pra mim. (risos) Não! Estou brincando! Eu gostei, mas a gente foi fazendo testes e no começo eu estava me sentindo muito insegura. Eu tinha 15 anos quando a gente começou a fazer a peça. Em maio de 2002 completou 5 anos da peça. Agora estou um pouco mais segura. Alguma coisa eu aprendi daquela época. E foi assim que eu comecei.

Ana Rosa e Guilherme Corrêa – Nós participávamos de um grupo espírita que fazia eventos para levantar fundos e comprar uma sede. Surgiu a idéia de montar o “Violetas” e todo mundo achou que seria uma boa.

Ilha.com.br - O que os impulsionaram a fazer a peça?

Ana Beatriz – Minha família inteira é espírita e sempre freqüentamos centros. A gente sempre montou bazares, apresentações entre os próprios participantes do centro pra arrecadar fundos pra instituição. Eu já tinha feito algumas apresentações com a Simone, que está no nosso elenco.

Ana Rosa – A idéia de divulgar a doutrina espírita e montar uma peça que atingisse o coração do público. Nunca pensamos que fosse ter tanto sucesso. Foi uma ótima surpresa.

Guilherme Corrêa – É verdade! Não tínhamos grandes pretenções. Achamos que a peça ficaria uns três meses em cartaz. Porém estamos a mais de 5 anos e é uma grande alegria até hoje.

Ilha.com.br - O que vocês têm do seus personagens e eles de vocês?

Ana Beatriz – Olha, não só da Patrícia como da experiência de fazer “Violetas”. Quando eu comecei a fazer a peça, eu tinha 15 anos, então estava começando a formar a minha personalidade. Eu acho que eu tirei da Patrícia um pouco de tranqüilidade. Talvez eu fosse uma pessoa um pouco mais estourada. Eu sou um pouco estourada, mas não tanto (risos). Eu acho que dei à Patrícia o máximo que eu pude de alegria, porque acho que precisa, né? Ela é um personagem muito alegre e foi fácil de transmitir porque eu sou uma pessoa muito alegre, muito expansiva.

Ana Rosa – A minha personagem (Amaziles) é um espírito muito elevado que passa uma tranqüilidade imensa. Acho que eu dei à ela uma certa firmeza e segurança.

Guilherme Corrêa – O Zé Carlos é uma rocha. Com a perda da filha, precisei dar a ele um certo peso, porém tirei do meu personagem muita força e determinação.

Ilha.com.br - Vocês têm outro tipo de projeto pra peça?

Ana Beatriz – Temos sim. Temos o projeto do filme da peça pro ano que vem, se Deus quiser. A gente fez workshop com o pessoal do Liceu. Algumas pessoas eram profissionais e outras não. É curioso você ter um trabalho que você está fazendo com uma outra cara, uma outra roupagem.

Ana Rosa e Guilherme Corrêa – Vamos tentar produzir o filme. Esperamos que até o ano que vem possamos começar a produção.

Ilha.com.br - Existem planos para a produção de outras peças espíritas?

Ana Beatriz – Bom, a gente está se dedicando somente ao filme agora. A gente tem vontade, já começou até a se falar sobre uma adaptação do livro “Renúncia”. Vários textos são entregues pra gente. Minha mãe (Ana Rosa) dirigiu a peça “A História de Chico Xavier”, que já está em cartaz a anos e está se apresentando no teatro FeIC, mas por enquanto ainda não temos nada de concreto pra teatro.

Ilha.com.Br - Algum tipo de imprevisto nas apresentações?

Ana Beatriz – Ah, muitos! Tem a cena do hospital e logo em seguida tem a cena do bosque. Já aconteceu de ficar cadeira do hospital no bosque, já aconteceu de não ter o banco pra gente sentar, não ter os docinhos pra eu comer. Mas é normal, ainda mais quando entra ator novo, substituição, enfim, a gente sempre tem que improvisar um pouquinho, mas sempre dá pra segurar (risos). Teve uma vez que pregaram uma peça na gente. A minha mãe, que na peça faz o papel de minha avó, substituiu a atriz que faz a minha mãe, e o meu pai faz o meu pai mesmo. Um amigo, que eu adoro como meu irmão mesmo fez o papel de meu irmão, a minha irmã fez o papel de minha irmã e como cunhado, ficou o meu verdadeiro cunhado. Então a cena estava extremamente familiar pra mim. Eu me imaginei desencarnada e voltando para visitá-los por ser aquela a minha família de fato. Foi uma choradeira! Ninguém conseguia parar de chorar! (risos). Minha mãe nunca mais quis fazer o papel da mãe. Mas eu achei uma experiência bem legal! Essa integração, essa emoção passa para o público! E o público se identifica muito. Sempre vêm até nós pessoas que perderam recentemente alguém querido, ficam tocadas. É aquilo, normalmente se procura ajuda geralmente quando o sapato aperta, quando têm alguma dificuldade. Isso é normal na vida de todo mundo!

Ana Rosa – Às vezes acontece de eu chegar atrasada por causa das gravações, então outra pessoa começa a peça no meu lugar e nós avisamos ao público que assim que eu chegar eu assumo meu personagem. O público adora.

Guilherme Corrêa – Como cada ator faz muitos personagens, dependendo do tamanho do teatro, temos que trocar de roupa voando. Ás vezes não dá tempo de entrar em cena na hora certa, e as pessoas em cena ficam sempre apreensivas, esperando.


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